Caríbdis de Homero Odisséia de Homero - Livro XII - Tifsa Brasil
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    13 de junho de 2018

    Caríbdis de Homero Odisséia de Homero - Livro XII

    Do rio Oceano ao pélago saímos,
    Donde o Sol nasce e os coros são da Aurora,
    E na praia da Eéia, a nau varando,
    À espera que alvoreça, adormecemos.
    5 Da manhã mal assoma a rósea filha,
    De Elpenor o cadáver buscar mando:
    Num teso litoral cortam-se troncos,
    Em pranto o corpo e as armas lhe queimamos;
    Túmulo erguido e uma coluna em cima,
    10 No alto sepulcro se lhe fixa o remo.
    Durante os funerais, Circe, que do Orco
    Nos sabia de volta, apressurou-se
    Com servas, que trouxeram pães e carnes
    E roxo ardente vinho: “Ó tristes, clama,
    15 Tendes, vivos calando ao fundo abismo,
    Dupla morte, e os mais homens têm só uma.
    Comei, bebei de dia, e na arraiada
    Navegai; vossa rota, e em mar e em terra
    Como eviteis o dano, hei de ensinar-vos.”
    20 Persuadiu nosso peito. Em pingue bodo
    Libanos; e, ao crepúsculo da tarde,
    Sobre amarras dormindo a marinhagem,
    Circe me toma a destra, a par se encosta,
    Pergunta-me de parte; eu por miúdo
    25 A satisfaço, e ela assim discorre:
    “Pois bem; atende agora, e um deus na mente
    Meu conselho te imprima. Hás de as sereias
    Primeiro deparar, cuja harmonia
    Adormenta e fascina os que as escutam:
    30 Quem se apropinqua estulto, esposa e filhos
    Não regozijará nos doces lares;
    Que a vocal melodia o atrai às veigas,
    Onde em cúmulo assentam-se de humanos
    Ossos e podres carnes. Surde avante;
    35 As orelhas aos teus com cera tapes,
    Eusurdeçam de todo. Ouvi-las podes
    Contanto que do mastro ao longo estejas
    De pés e mãos atado; e se, absorvido
    No prazer, ordenares que te soltem,
    40 Liguem-te com mais força os companheiros.
         “Dali passado, a via não te aponto
    Que te cumpre seguir; tu mesmo a escolhas.
    Há dous penedos, que os Supremos chamam
    Errantes onde fremem de Anfitrite
    45 Ondas azuis, por onde nem transvoam
    Fracas pombas, que a Jove ambrosia levam;
    Precipita-se alguma, e o Padre logo
    Produz outra e seu número completa.
    Ai da próxima nau! maruja e lenho
    50 Devoram chamas, furacões destroçam:
    À de Argos só fadado foi transpô-los,
    De Etas vogando; e ali talvez jazera,
    Se não fora Jasão tão caro a Juno.
         “De um fere os céus o tope, calvo e a pique
    55 De inverno ou de verão sempre enublado;
    Vinte pés tenha e mãos, ninguém trepá-lo
    Ou deslizar por seu declive pode.
    Antro abre em meio para as trevas do Orco;
    Lá forçar cumpre a voga, ó nobre Ulisses.
    60 Dos bancos, por mancebo vigoroso,
    Vibrada seta ao fundo não vingara,
    Onde a ladrar se aloja o monstro Cila,
    Como tenrinhos cães, horrenda aos olhos
    Dos próprios deuses: pernas doze informes,
    65 Seis tem longos pescoços, nas seis bocas
    Dentuça tríplice, os colmilhos cheios
    De negra morte; no antro semi-oculta,
    Fora do báratro as cabeças lança,
    Para cações pescar, delfins, baleias,
    70 Que a sonora Anfitrite em barda cria.
    Baixel de além surgir não mais se gaba,
    Sem que um varão cada garganta engula.
         O outro, fronteiro e ao pé, se eleva menos,
    De frecha o atingirias. Tem florente
    75 Copada baforeira, e as turvas águas
    Em baixo ao dia vezes três Caríbdis
    Sorve e revessa três; mas, quando as sorve,
    Se ao vórtice terrível te acercasses,
    Nem por Netuno tu serias salvo.
    80 Cose-te a Cila pois, amiúda o remo;
    Seis é melhor perder que os sócios todos.”
         E eu: “Livre, ó deusa, da voraz Caríbdis,
    Como de Cila poderei vingar-me,
    Da ofensora dos meus?” — Tornou-me Circe:
    85 “Guerras sonhas, demente, e contra numes?
    Imortal, seva, tetra, inexpugnável,
    O remédio é fugir da imana Cila:
    Se tardas, junto à rocha armando o braço.
    Temo que novamente as seis cabeças
    90 Mais outros seis remeiros te arrebatem.
    Veloz navegues, e a Cratéis implores,
    Que essa pariu flagelo dos humanos,
    Para do assalto posterior contê-la.
    Vai rumo de Trinácria, onde o Sol gordos
    95 Há sete armentos e rebanhos sete,
    Cada manada com cinqüenta reses,
    Que nunca se propagam, nunca morrem:
    A Faetusa e Lampécia de áureas tranças,
    Do Hiperiônio e de Neera filhas,
    100 A mãe deusa educou-as, e em Trinácria
    As destacou por guarda a pretas vacas
    E ovelhas de seu pai. Se intactas forem,
    Dificilmente abordareis à pátria;
    Senão, te agouro aos teus e à nau ruína,
    105 Ou tarde e só te salvarás aflito.”
         Circe retira-se ao luzir da aurora;
    Embarco e mando suspender amarras;
    A gente, pelas tostes ordenada,
    A compasso verbera a salsa espuma;
    110 Bom sócio, enfuna e sopra o vento em popa
    Que invoca a ninfa de anelado crino;
    Tudo a ponto, embarcamo-nos entregues
    Às auras e ao piloto; eu mesto falo:
    “Não somente um nem dous, amigos, saibam
    115 O que a deusa das deusas me predisse,
    Para informados ou morrermos todos
    Ou da Parca fugirmos. Das Sereias
    Evitar nos ordena o flóreo prado
    E a voz divina; a mim concede ouví-las,
    120 Mas ao longo do mastro em rijas cordas.
    E se pedir me desateis, vós outros
    De pés e mãos ligai-me com mais força.”
         Mal acabava, à ilha das Sereias
    Avizinha-se a nau com vento fresco.
    125 Súbito acalma, e um deus serena as ondas;
    Já ferrado no bojo o pano arreiam,
    Do liso abeto ao golpe alveja a espuma.
    De cera um disco a bronze em porções corto,
    Forte as machuco e as amoleço ao lume
    130 Do Hiperiônio Sol, de homem por homem
    Os ouvidos entupo; ao mastro em cordas
    Atam-me pés e mãos, e aos remos tornam.
    Eis, a alcance de um grito, elas, que atentam
    O impelido baixel, canoro entoam:
    135 “Tem-te, honra dos Aqueus, famoso Ulisses,
    Nenhum passa daqui, sem que das bocas
    Nos ouça a melodia, e com deleite
    E instruído se vai. Consta-nos quanto
    O Céu vos molestou na larga Tróia,
    140 Quanto se faz nos consta n’alma terra.”
         Destarte consonavam: da harmonia
    Encantado, acenei que me soltassem;
    Mas curvam-se remando, e com mais cordas
    Perimedes e Euríloco me arrocham.
    145 Nem já toava ao longe a cantilena,
    Quando os consócios, desuntada a cera,
    Desamarram-me enfim. Remota a ilha,
    Vejo em fumo e escarcéus, um ruído escuto;
    Ao marinho rumor, de susto as vogas
    150 Largaram de repente, a nau parou.
    De banco em banco, afável os conforto:
    “Provado, amigos, temos outros males;
    Este não é maior que o da caverna
    Do violento Ciclope; recordai-vos
    155 Que o venceu meu denodo, engenho e tino;
    Ânimo! obediência; altas maretas
    Curvados açoutai. Permita Jove
    Que do passe escapemos! Tu, piloto,
    Pois meneias o leme, não te olvides:
    160 Fora daquele fervedouro e fumo
    Orça, o escolho fronteiro não te assalte;
    Se discrepas incauto, a morte é certa.”
         Rendem-se às minhas ordens. Só de Cila
    Não menciono o perigo inelutável,
    165 Temendo que eles, de remar cessando,
    Se agachassem no fundo. Eu mesmo esqueço
    De Circe avisos; arnesado, empunho
    Piques dous, e ao bailéu da proa corro
    Para enxergar primeiro o pétreo monstro
    170 Pernicioso aos meus: não pude, os olhos
    Se bem cansasse em torno da atra rocha.
    Pelo estreito gementes navegamos:
    Cila é daqui; dalém, Caríbdis seva
    Os salsos goles chupa: ao vomitá-los,
    175 Ferve a chiar como a caldeira ao fogo,
    Sobe o rocio e borrifa os cimos ambos;
    Ao sorvê-los, parece remexer-se,
    Toa horrorosa a penha, e em baixo a terra
    Mostra areia cerúlea. Amarelecem
    180 E, estando nela o exício afigurado,
    Cila é que me arrebata uns seis guerreiros
    De esforço e brio: olhando para os bancos,
    Pernas lhes vejo e braços pelos ares;
    Na agonia final por mim bramavam.
    185 Qual de alto o pescador, por um caniço
    Lançando em chifres de selvagem touro
    Isca e dolo a peixinhos, para cima
    Palpitantes os puxa; tais levanta
    Cila os meus, que devora à boca do antro.
    190 As mãos rugindo os míseros me estendem!
    Mares vaguei, sofri cruéis tormentos;
    Nunca um tal espetáculo assombrou-me.
         Atrás Cila e Caríbdis, avistamos
    Ilha onde os nédios bois de larga fronte
    195 E os rebanhos do Sol pastam sublime;
    O mugir e o balar de bordo sinto:
    Lembram-me anúncios do Tebano cego:
    Lembra-me Circe, que vedou-me a entrada
    Na ilha do Sol, delícias dos humanos;
    200 Atribulado amoesto: “Ouvi-me, sócios.
    Com paciência agouros de Tirésias
    E os de Circe, que à ilha me proíbem
    Do Sol portar, a todos nós funesta;
    Dela o fusco navio impeli fora.”
    205 Este anúncio os confrange, e molestou-me
    Euríloco tenaz: “Ímprobo Ulisses,
    Tu não cansas, teus membros são de ferro,
    Pois de fadiga e sono a gente opressa
    Na ilha vedas saltar onde aprestemos
    210 Boa ceia, e à matroca temerário
    Em trevas pelo ponto errar nos mandas.
    Em procela, e noturna, onde abrigar-nos,
    Se Noto ou Zéfiro em tufão rebenta,
    Os mais duros às naus, mau grado aos numes?
    215 Ceda-se à escuridão; toca a cearmos,
    E o pélago amanhã sulque-se embora.”
         Do consenso geral tirei que a perda
    Nos traçava um demônio: “Eis-me vencido,
    Clamo, Euríloco! Ao menos jurai todos,
    220 Em rês alguma não bulir nefandos;
    O que Circe nos deu comei tranqüilos.”
         Juraram-me formais, e em porto ancoro
    Ante uma fonte amena. Ao desembarque,
    Curam da ceia; já repletos, lembram
    225 Os que Cila voraz nos engolira,
    Até que ao pranto lhes sucede o sono.
    Da noite por um terço indo-se os astros
    Grã borrasca o Nimbífero carrega,
    Pego e terra embruscando, e rui do pólo
    230 Denso negrume; e assim que a matutina
    Aurora aponta, em gruta a nau pusemos,
    De ninfas gentilíssimas assento.
    Oro em conselho: “Mantimentos sobram;
    Será fatal comermos bois e ovelhas
    235 Do acre Sol, que vê tudo e tudo exouve.”
         Seu brio suadi. Sós Euro e Noto
    Sopraram de contino um mês inteiro:
    Pão tendo e vinho, abstinham-se das reses,
    Cuidadosos das vidas; gastam mesmo
    240 As vitualhas, pela fome urgidos
    Que o ventre nos roía, à caça andamos
    De aves e peixes, do que anzóis pilhavam,
    Dardos, seta ou rojão. Pela ilha fui-me
    Os deuses a rogar, se algum maneira
    245 De sair me indicasse: as mãos lavando
    Num abrigado, imploro à etérea corte,
    Que me infundiu nas pálpebras o sono.
         O mal, no entanto, Euríloco sugere:
    “Desgraçados, a morte é sempre feia,
    250 Mas a pior é perecer de fome.
    Os bois do Sol carnudo imolemos
    Aos imortais, e ao claro deus sublime
    Na pátria precioso orne-se um templo;
    E se irritado, os outros consentindo,
    255 For seu gosto afogar-nos, antes quero
    Beber de um trago a morte em salsas ondas
    Que ir em deserta ilha definhando.”
         Aplaudem-no; e, prendendo os mais vistosos,
    De larga fronte e retorcidos cornos,
    260 Que ante a rostrada fusca nau pasciam,
    Das vítimas em torno aos deuses votam
    Uns grelos de carvalho alticomado,
    Por faltar branco farro. Preces findas,
    Matam, esfolam, separando as coxas;
    265 Das quais por cima, em duplo zerbo envoltas,
    Põem miúdas porções do corpo inteiro,
    E por não terem vinho para o fogo,
    Água libando os intestinos assam.
    Ao fixarem no espeto as gordas postas,
    270 Sacudo o brando sono, e alvorotado
    À praia me encaminho. Já não longe
    Das carnes sinto o recendente cheiro;
    Aos Céus triste bradei: “Júpiter padre,
    Numes, em divo sono me ensopastes,
    275 Para um tal sacrilégio perpetrarem!”
         Ao Sol voa Lampécia amplo-velada
    O crime a delatar, e o Sol furente
    Bramiu: “Jove, ó beatos sempiternos,
    Puni-me do Laércio os companheiros;
    280 Ah! mataram-me os bois, meu gosto e enlevo,
    Quando eu subia ao céu, descia à terra:
    Se vós não me vingais, vou-me a Sumano
    A alumiar as sombras.” — E o Tonante:
    “Ó Sol, aos deuses de luzir não cesses
    285 E aos terrestres mortais: a raio ardente
    Hei de o baixel ferir e incendiá-lo
    No seio do atro mar.” — Isto Calipso
    Me declarou, que o soube de Mercúrio.
         Chegando à praia, increpo homem por homem;
    290 Nenhum remédio havia às mortas reses.
    Manifestou-se a cólera suprema:
    Peles serpeiam; carne assada ou crua
    No espeto muge, a voz bovina soa.
    Seis dias, não obstante, se nutriram
    295 Do melhor da manada; e, o borrascoso
    Vento acalmando ao sétimo, embarcamos,
    E ereto o mastro, as velas desferimos.
         Some-se a ilha, o pólo e o mar só vemos
    Eis cerúleo bulcão sobre o navio,
    300 Retém-no um pouco, enegrecendo as ondas;
    Mas em rajada Zéfiro estridente
    Rompe os ovéns do mastro, que à ré tomba
    Atirando o maçame na sentina,
    E à popa o crânio do piloto racha;
    305 Da tolda qual mergulhador caindo,
    A alma gentil os ossos lhe abandona.
    Jove troveja; o raio a nau revira
    E enche de enxofre, deita a gente fora;
    Como alcatrazes de redor flutuam,
    310 Da volta os priva um deus. Ando e regiro,
    Té que descose a vaga as amuradas
    E joga o inerme lenho; pela base
    Fende o mastro, e o sustenta uma correia;
    Com esta ao casco o ligo e em tal jangada
    315 Leva-me o vento. Zéfiro sossega;
    Mas Noto áspero angústias me acrescenta,
    Ir outra vez receio ao freto imano.
         Vago a noite; mas n’alva o escolho enxergo
    De Cila e de Caríbdis, que medonha
    320 Absorvia as maretas: eu, na altura
    Da baforeira, à guisa de morcego
    Me implico; os pés nem sento nem remonto,
    Longe estando as raízes e a ramada
    Que sombreia a voragem. Lá me agarro,
    325 Té que, à hora em que o foro e os litigantes
    Larga o juiz para cear, Caríbdis,
    A meus desejos lenta, o mastro e o buco
    Vomita: eu me despego, e na jangada
    Baqueio estrepitoso, a braços remo.
    330 O pai de homens e deuses, por salvar-me,
    Tolheu que Cila então me lobrigasse.
         Nove dias labuto, e o Céu me aporta
    Já na décima noite à ilha Ogígia,
    Onde acolheu-me e acarinhou Calipso,
    335 Deusa de humana voz. Que resta? Em casa
    Ontem me ouviste e a casta soberana:
    Repetir o narrado é fastidioso.”

    NOTAS AO LIVRO XII
    53 - Não obstante haver mais razões para pensar-se que a Cila e a Caríbdis de Homero estavam onde as pôs Virgílio, esta passagem dos Argonautas de Jasão excita não pequena dúvida, e formou um dos argumentos de Rochefort. É uma questão interminável.
    246 - Abrigado, que Bernardes e outros substantivaram, neste sentido não vem nos dicionários.
    302-309 - Amphoterou muitos vertem por dous, dizendo que ambos os cabos do mastro foram quebrados: eu cuido que a palavra quer dizer de uma e outra parte; porque o mastro não seguraram sós dous cabos, seguram vários de uma e outra parte, a que os nossos marítimos chamam ovéns: Rochefort aqui foi exato. — Alcatrazes são os corvos marinhos, e destes é que fala Homero.
    320-324 - Neste lugar, prefiro Pindemonte a M. Giguet. Eis aqui a interpretação deste: “Je saisi les branches du figuier et je m’y tiens suspendu comme un oiseau de nuit, sans pouvoir affermir mes pieds ni monter jusqu’au tronc de 1’arbre; car je suis loin des racines, et je ne tiens que l’extrémité des longs et grands rameaux qui couvrent le gouffre de leur ombrage”. Ora, a estar Ulisses agarrado aos ramos, podia ir-se alando por eles adiante e chegar ao tronco; mas a sua posição era mais perigosa: estava agarrado ao mesmo tronco, sem poder alcançar os altos ramos nem as baixas raízes, e então aferrava-se como se fosse um morcego, e a comparação torna-se da maior justeza. Esta posição era própria e azada para deitar-se no destroço do navio sem tanto perigo; e, se se deitasse da altura dos ramos de uma grande árvore, far-se-ia em pedaços. O texto é imperioso. Ir para índice do livro.
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