A Natureza Essencial do Pecado - II - Tifsa Brasil
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    10 de abr de 2018

    A Natureza Essencial do Pecado - II

    O caráter santo de Deus é a norma única e final mediante a qual podemos julgar com exatidão os valores morais. Para aqueles que não levam Deus em conta, não existem normas morais fora dos costumes sociais e dos ditames duma consciência pervertida.

    1. A Ideia Bíblica do Pecado           
    Não podemos assimilar a ideia bíblica do pecado, a menos que levemos em consideração as seguintes particularidades na conceituação do pecado.

    a) O Pecado é uma Classe Específica de Mal   
    Comparativamente, o que ouvimos e lemos hoje sobre o mal é muito mais do que aquilo que ouvimos e lemos a respeito do pecado. Isto se dá, talvez, devido à opinião comum de que mal e pecado são a mesma coisa. Porém, é bom lembrar que, apesar de todo o pecado ser um mal, nem tudo que consideramos mal é pecado. O pecado não deve ser confundido com o mal físico que produz prejuízos e calamidades. O pecado é a causa do mal, enquanto que o mal é o efeito do pecado. Os termos bíblicos para designar o pecado são variados. Em geral é apresentado como “fracasso”, “erro”, “iniquidade”, “transgressão”, “contravenção”, “falta de lei” e “injustiça”. Porém, a definição de pecado não pode ser derivada simplesmente dos termos bíblicos para denotá-lo. A característica principal ele está orientado contra Deus (Sl 51.4; Rm 8.7).

    b) O Pecado Tem um Caráter Absoluto
    O contraste entre o bem e o mal é absoluto, e não há neutralidade alguma entre ambos; tanto que a transição entre um e outro não é de caráter quantitativo, mas qualitativo. Um ser moral, que não é bom, não se torna mau só por diminuir a sua bondade, mas por uma mudança radical que o leva a envolver-se com o pecado. Jesus disse: “Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha” (Mt 12.30). o homem tem de estar do lado do bem e da justiça, ou do mal. Em assuntos espirituais, a Escritura não conhece uma posição de neutralidade.

    c) O Pecado é Sempre Dirigido Contra Deus
    É impossível se ter um conceito correto do pecado sem vê-lo em relação com a pessoa e a vontade de Deus. É compreendendo assim que o pecado pode ser interpretado como “falta de conformidade com a lei de Deus”. Esta é a definição formal mais correta de pecado. Os seguintes trechos extraídos das Escrituras abordam o pecado em relação a Deus e a sua Lei: “os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também aprovam aos que as fazem” (Rm 1.32). “... se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado e sois redargüidos pela lei como transgressores” (Tg 2.9). “Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei” (1 Jo 3.4).

    d) O Pecado Inclui Tanto a Culpa Como a Corrupção 
    A culpa é um estado em que se sente merecer o castigo pela a violação da lei moral. Ela expressa também a relação que o pecado tem com a justiça e com o castigo da lei. Porém, por ser uma palavra de significado duplo, a culpa tanto denota a qualidade própria do pecado, como denota a culpabilidade que nos faz dignos do juízo e do castigo divino. Dabney fala deste último aspecto da culpa como “culpa potencial”. A culpa atual pode ser removida por meio de um substituto, mediante a satisfação das exigências da lei (Mt 6.12; Rm 3.19; 5.18; Ef 2.3). Corrupção é a contaminação inerente a cada pecador, e é uma realidade na vida de todo individuo. Todo aquele que é nascido de Adão tem em si a natureza manchada pelo pecado (Jó 14.4; Jr 17.9; Mt 7.15-20; Rm 8.5-8; Ef 4.17-19).

    e) O Pecado tem Lugar no Coração
    O pecado não reside em nenhuma faculdade da alma, mas sim no coração, o âmago da alma, de onde flui a vida. Ele é o centro das influencias que põe em operação o intelecto, a vontade e os afetos. Em seu estado pecaminoso, o coração torna o homem objeto do desagrado de Deus. Sobre o coração como continente do pecado, escreveu o profeta Jeremias: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?” (Jr 17.9; Pv 4.23; Mt 15.19,20; Lc 6.45; Hb 3.12).

    2. O Pecado Original      
    A condição pecaminosa em nasce o homem é definida teologicamente como “pecado original”. Ele é chamado assim: - porque se deriva de Adão, o tronco original da raça humana; -  porque está presente na vida de cada indivíduo desde o momento do seu nascimento, pelo que não pode ser considerado como resultado de simples imitação; - porque é a raiz interna de todos os pecados atuais que maculam a vida do homem. Deve-se, porém, evitar o erro de se pensar que o termo “pecado original” implica em que este pecado pertence à constituição original da natureza humana, posto que isto implicaria em que Deus criou o homem como pecador.

    a) Conceito Histórico   
    É de opinião geral dos teólogos que os Pais da Igreja primitiva não se deram ao labor de escrever o suficiente sobre o pecado original. Contudo, segundo os Pais da Igreja grega, há uma corrupção física na raça humana proveniente de Adão, porém isto não envolve culpa. A liberdade da vontade em nada foi afetada pela queda. Respeitáveis teólogos são da opinião de que este parecer dos Pais gregos, culminou com o surgimento do pelagianismo, movimento religioso herético fundado por Pelágio, britânico, que viveu entre 360 e 422 da nossa Era. O pelagianismo negava completamente as doutrinas da graça e do pecado original. Na igreja latina, porém apareceu uma tendência diferente através da pessoa de Tertuliano, que segundo alguns teólogos, foi o homem que depois de Paulo, teve maior senso a respeito do pecado. Tertuliano considerou o pecado original uma infecção hereditária. Ambrosio, outro famoso Pai da Igreja latina, foi além de Tertuliano na questão do pecado original e o descreveu como um estado, e fez uma distinção entre corrupção inata e a resultante culpa do homem. Porém, foi através do talento e do espírito de estudo de Agostinho que a doutrina do pecado original alcançou um total desenvolvimento. Segundo ele, a natureza do pecador, tanto física como moralmente, está de toda corrompida por causa do pecado de Adão, de tal maneira que o homem não consegue fazer outra coisa senão pecar. Os reformadores, de modo geral, estiveram de acordo com Agostinho. Somente Calvino diferia dele, principalmente em dois pontos: Primeiro, que o pecado original não é algo completamente negativo, uma vez que esse pecado, segundo ele, dá lugar à eleição de Deus; Segundo, que esse pecado está limitado à natureza sensível do homem.

    b) Elementos do Pecado Original
    São dois os principais aspectos do pecado original: culpa e corrupção. A palavra culpa, com relação ao pecado original, expressa a relação que a justiça tem com o pecado, e, como expressavam os teólogos mais antigos, a relação que o pecado tem com a pena da Lei. É assim que a culpa do pecado de Adão, como cabeça federal da raça humana, é impossível a todos os seus descendentes (Rm 5.12-19; Ef 2.3; 1 Co 15.22). A corrupção original do homem inclui a ausência da justiça original e a presença de um mal real. É a tendência da natureza caída, herdada de Adão, que condiciona o homem para pecar. Deve-se, portanto, notar: Primeiro, que essa corrupção não é meramente uma enfermidade; Segundo, ele não é meramente uma privação.

    3. O Pecado Atual 
    O pecado se originou num ato de livre vontade de Adão como representante da raça humana; uma transgressão da lei de Deus e uma corrupção da natureza humana que deixou o homem exposto ao juízo e castigo de Deus. 
    É esta natureza corrompida a fonte donde flui todos os pecados atuais, diários.

    a) Relação Entre Pecado Original e Pecado Atual      
    “Pecados atuais” são aquelas ações externas que se executam através do corpo. São também todos aqueles maus pensamentos conscientes. São os pecados individuais de fato. O pecado original é um só, enquanto o pecado atual desdobra-se em diferentes classes, tais como: atos ou atitudes. O que o apóstolo João escreveu no capítulo primeiro em sua primeira epístola universal, poderá nos ajudar a compreender melhor a diferença entre pecado original e pecados atuais. “Se dissermos que não temos PECADO, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos PECADOS, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 8,9). Atente para os termos PECADO e PECADOS. A palavra PECADO, no singular, citada no versículo 8, é uma referência precisa e direta ao pecado original, ou seja, à natureza caída do homem; enquanto que a palavra PECADOS, no plural, citada no versículo 9, refere-se ao pecado atual, do dia-a-dia.

    b) Classificação dos Pecados Atuais
    É impossível classificar todos os pecados atuais, pois variam de classe e de grau e podem diferenciar-se em mais de um ponto. A teologia católico-romana faz uma bem conhecida distinção entre pecados veniais e pecados mortais, porém tem dificuldades em apontar quando o pecado é venial ou mortal. A mais completa lista das diferentes classes de pecados habituais, registrada na Bíblia, é extraída dos escritos do apóstolo Paulo, mas precisamente da Epístola aos Gálatas. “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia,idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que praticam tais coisas não herdarão o Reino de Deus” (Gl 5.19-21). O Novo Testamento determina a gravidade do pecado de acordo com o grau de conhecimento que se tenha a respeito dele. Os gentios, que estão no seu pecado, são culpados aos olhos de Deus; porém, aqueles que gozam do favor do Evangelho e têm revelação de Deus são muito mais culpados quando caem (Mt 10.15; Lc 12.47,48; 23.24; Jo 19.11). o crente, em particular, é advertido no sentido de evitar o pecado que tão de perto o rodeia (Hb 12.1). O pecado tanto pode ser por comissão como por omissão. Isto é: aquele que não faz o bem e deveria fazer, é tão culpado diante de Deus quanto aquele que faz o mal que não deveria fazer.

    4. O Pecado Imperdoável 
    Diferentes passagens das Escrituras falam de um pecado que não pode ser perdoado, sendo impossível a mudança de coração depois de alguém o haver cometido, e pelo qual não se deve orar. Sobre ele, disse Jesus: “Portanto, eu vos digo: todo pecado e blasfêmia se perdoará aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens. E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á perdoado, mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro” (Mt 12.31,32).

    a) Opinião Sobre Esse Pecado
    Durante séculos têm surgido as mais diversas opiniões a respeito da natureza do pecado para o qual não há perdão. Por exemplo, Jerônimo e Crisóstomo pensavam que esse foi o pecado cometido unicamente pelos contemporâneos de Jesus, durante o seu ministério terreno. Agostinho e alguns teólogos luteranos e escoceses ensinaram que esse pecado consistia da penitência que persiste até o fim. Anos depois da Reforma, alguns teólogos luteranos ensinavam que só as pessoas regeneradas estão sujeitas ao pecado de blasfêmia contra o Espírito Santo, pecado para o qual não há perdão.

    b) Opinião Correta a Respeito Desse Pecado   
    O conceito reformado quanto ao pecado imperdoável, é o que melhor se harmoniza com as Escrituras a respeito do assunto. Esse pecado consiste na rejeição consciente, maliciosa e voluntária da evidência e convicção do testemunho do Espírito Santo, com respeito à graça de Deus manifesta em Jesus Cristo. Esse pecado não consiste em duvidar da verdade manifesta em e por Cristo, nem em simplesmente negá-la, mas sim em contradizê-la. Ao cometer esse pecado, o homem voluntária, maliciosa e tencionalmente atribui à influencia de satanás aquilo que reconhecidamente é obra de Deus. Em suma, esse pecado não é outra coisa senão um deliberado ultraje ao Espírito Santo, uma declaração audaz de que o Espírito Santo é um espírito maligno, que a verdade é mentira e que Cristo é satanás. Esse pecado é imperdoável não porque sua gravidade supere os méritos e eficácia da obra de Cristo levada a afeito na cruz do Calvário, ou porque ele foge aos limites do poder restaurador do Espírito Santo, mas porque nos domínios do pecado, existem leis e ordenanças estabelecidas e mantidas por Deus.

    c) O Crente Está Sujeito a Este Pecado
    De que o crente pode cometer o pecado de blasfêmia contra o Espírito Santo e cair em declarada apostasia é ensino implícito no seguinte texto das Escrituras: “é impossível, pois, que aqueles que uma vez iluminados e provaram o dom celestial e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro, e caíram, sim, é impossível outra vez renová-los para o arrependimento, visto que de novo estão crucificando para si mesmo o filho de Deus, e expondo-o à ignomínia” (Hb 6.4-6). A respeito do perigo de se cometer este pecado, escreveu o saudoso pastor e escritor João de Oliveira: “pecando o homem contra Deus, veio Jesus para conduzi-lo de volta a Deus; havendo pecado contra Jesus, veio o Espírito Santo para reconciliá-lo com Jesus; mas, pecando o homem contra o Espírito Santo, quem o há de salvar?”. Em atenção ao fato de que esse pecado nunca segue o arrependimento, é possível assegurar que aqueles que julgam tê-lo cometido e se entristecem por isso, e desejam as orações de outros para perdão, na verdade nunca cometeram. É o Espírito Santo quem conduz o homem ao arrependimento; se alguém tivesse pecado contra Ele, é obvio que Ele não levaria esse alguém ao arrependimento, se o perdão completo não fosse atingível.

    5. O pecado e o Crente
    O significado e a gravidade do pecado são mais bem compreendidos pelo do que por qualquer outra pessoa. Ao longo de toda a narrativa bíblica, o crente é advertido contra o “pecado que tão de perto nos rodeia” (Hb 21.1), e a caminhar para o alvo maior, que é a semelhança da estatura e perfeição de Cristo. Por isso, ao ouvido de cada crente, hoje, deve continuar soando a solene advertência de Cristo: “... vai e não peques mais” (Jo 8.11).

    a) É Possível o Crente Pecar?
    Para muitos cristãos, a descoberta de que após aceitar a Jesus ainda estavam sujeitos ao pecado, foi tão espantoso quanto ao próprio fato de agora saberem que foram feitos novas criaturas em Cristo. De que é possível o crente pecar, é assunto pacífico em toda a Escritura. Só no NT há capítulos inteiros, como por exemplo, Romanos 7 e 8, que mostram o conflito interior do crente entre a sua natureza divina que nele habita, mostrando a possibilidade de o crente vir a cometer pecado. Sobre esse assunto, escreveu o apóstolo João: “Se dissermos que não temos PECADO, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos PECADOS, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 1.8,9). Já mostramos que a palavra PECADO, no singular, citada no versículo 8, é uma referência à natureza caída do homem, de onde provêm os PECADOS, no plural (versículo 9). É evidente que o cristão possui dupla natureza: a natureza caída, ainda sujeita ao pecado, e a natureza divina. Esta ultima foi implantada no crente mediante a sua ligação com Jesus Cristo, “a videira verdadeira” (Jo 15.1). Enquanto a primeira natureza estiver subjugada o crente estará sendo levado a viver de vitória em vitória.

    b) Possíveis Causas de Pecados na Vida do Crente
    Dentre as muitas causas pelas quais o crente poderá ser levado à pratica do pecado, destacamos as três principais, dadas a seguir:
    - A natureza pecaminosa (Rm 8.21-15).
    - O sistema mundial que está sob domínio de satanás (1 Jo 2.15-17).
    - Falta de oração e de cuidadoso estudo das Escrituras (Ef 6.10-15).
    O crente que relaxa o hábito da oração e da leitura e estudo das Escrituras, está incorrendo em sérios riscos espirituais, podendo se tornar presa fácil dos laços do adversário.

    c) Consequências do Pecado na Vida do Crente
    Dentre as muitas conseqüências do pecado na vida do crente, vale destacar:
    - A perda da comunhão com Deus (1 Jo 5.6; Sl 51.11).
    - Oportunidade de os inimigos blasfemarem do nome de Deus (2 Sm 12.14).
    - Perda do galardão (1 Co 4.5; 3.13-15).
    - Possível morte (At 5.1-11; 1 Co 11.30).
    - Mau exemplo (1 Co 8.9,10).
    - Destruição da fé e consequente morte espiritual (Rm 6.16; 1 Jo 5.16,17).

    d) Como o Crente Deve tratar Com o Pecado
    Quando ao trato que o crente deve dar ao pecado, a Bíblia recomenda que o crente deve:
    - Reconhecê-lo (Sl 51.3)
    - Evitá-lo (1 Tm 5.22)
    - detestá-lo (Jd v.23)
    - Resiste a ele com confiança em Deus (Tg 4.7,8).
    - Confessá-lo (1 Jo 1.9).
    - Abandoná-lo (Pv 28.13).
    O apóstolo João escreveu dizendo: “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1Jo 2.1). Ler mais...
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